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A água de Marte em Cartas de uma Morta: o que havia de novo na psicografia de 1936?
Uma passagem de Cartas de uma Morta, obra atribuída ao Espírito Maria João de Deus e psicografada por Francisco Cândido Xavier, ganhou uma aparência inesperadamente atual depois das últimas décadas de exploração de Marte. Em determinado momento do relato, a autora procura explicar por que o planeta possuiria pouca água superficial e afirma que “grande parte das águas desse planeta desapareceram nas infiltrações do solo combinando-se com elementos químicos das rochas”.
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