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De onde veio o “tríplice aspecto” do Espiritismo?
É bastante comum encontrar, em palestras, cursos e obras de divulgação, a afirmação de que o Espiritismo possui um tríplice aspecto formado por ciência, filosofia e religião. A fórmula se tornou tão familiar que frequentemente aparece como parte da própria definição da doutrina, muitas vezes associada diretamente a Allan Kardec. Quando retornamos às fontes do século XIX, porém, essa organização não aparece formulada dessa maneira.


Quando “creio até demais” vira “não creio bastante”: um pequeno erro de tradução na Revista Espírita
A comunicação aborda diferentes assuntos relacionados à alma, ao corpo e à condição do Espírito após a morte. Em determinado momento, Kardec pergunta qual era, em vida, sua opinião sobre a Divindade e o que pensava a respeito dela agora. É justamente nessa breve troca que aparece o problema de tradução examinado neste texto.


Não precisamos inventar a roda - precisamos fazê-la girar
por Elton Rodrigues Em uma conversa recente, ouvi que propor novos protocolos e experimentos sobre mediunidade e fenômenos espíritas seria uma tentativa de “inventar a roda”. A crítica me pareceu curiosa, sobretudo porque eu não havia reivindicado qualquer inovação extraordinária. Não pretendo anunciar a descoberta de um novo continente, fundar uma nova ciência nem, ao menos por enquanto, patentear o ectoplasma. A proposta era bem mais modesta: continuar pesquisando. Ainda as
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